Adolfo está sentado em frente ao cassino, desconsolado, chorando copiosamente, com uma caixinha nas mãos quando passa um velho amigo e o aborda. — Adolfo? — pergunta ele, espantado. — Cara, o que aconteceu? O que você tá fazendo aí chorando? — A morte! — gritou Adolfo, aos prantos. — Eu quero a morte! — [...] Continue reading →