Jornada de Educação e Ciclo de Estudos Criminais no UNIARAXÁ

uniaraxaFechando o mês de maio no UNIARAXÁ, dois tradicionais eventos institucionais movimentaram o campus, abordando temas dentro das áreas da Pedagogia e do Direito. A Jornada da Educação e o Ciclo de Estudos Criminais reuniram Comunidade local, Discentes, Docentes e Profissionais de renome dessas duas áreas.

A 15ª Edição da Jornada da Educação do UNIARAXÁ, realizada pelo Curso de Pedagogia da Instituição, teve início no último dia 21/05 com uma Mostra Científica, na qual foram expostos diversos banners, produzidos pelos Estudantes do 7º período do Curso. No dia 22/05, a programação da Jornada recebeu mais uma edição do tradicional “Sempre Um Papo”. O papo dessa vez foi com o Escritor e Doutor em Educação, Hugo Monteiro Ferreira, que abordou os desafios da Educação na atualidade. No terceiro dia do evento, 23/05, a Delegada Dra. Paula Lobo Dib palestrou sobre a “Garantia dos Direitos da Criança e dos Adolescentes”. Fechando a programação da Jornada da Educação, no dia 24/05, Profissionais da Educação e do Direito realizaram uma Mesa Redonda, cuja temática foi “Protegendo as Crianças e os Adolescentes”; momento de reflexão e muita informação para os Estudantes participantes.

A Coordenadora do Curso de Pedagogia, Profª. Fabíola Melo, explica que o evento acontece, também, em virtude do Dia do Pedagogo, comemorado no dia 20/05. Ainda segundo a Profª. Fabíola, as atividades, realizadas durante a Jornada, possibilitaram uma reflexão sobre os direitos da criança e do adolescente e o papel da sociedade na garantia desses direitos. “Para viver democraticamente, em uma sociedade plural, é preciso respeitar e valorizar a diversidade étnica e cultural que a constitui. A sociedade deve ser uma Instituição de aprendizagem, onde as regras do espaço público democrático garantam a igualdade, do ponto de vista da cidadania; e, ao mesmo tempo, a diversidade como direito. Assim, essa Jornada de Educação oportunizou um cenário para o “despertar” da consciência crítica, do respeito e da garantia dos direitos humanos da criança e do adolescente, na busca do resgate da dignidade humana, com vistas às questões da diversidade e igualdade social”, explica a Professora Fabíola.

Outro evento fechou o mês de maio no UNIARAXÁ: o XII Ciclo de Estudos Criminais, realizado nos últimos dias 24 e 25/05, no Teatro Municipal de Araxá. O ciclo de palestras reuniu Estudantes e Profissionais da área de Direito e abordou diversos temas; dentre eles, destacam-se: a exposição pornográfica não consentida; a fixação de indenização nos casos de crimes contra os bens de propriedade industrial; a prisão cautelar no Processo Penal Brasileiro: aspectos práticos e crítica teórica; a ampliação do conceito de Crime Militar, promovido pela Lei 13.491/2017.

Dessa forma, o UNIARAXÁ encerra maio, somando resultados positivos nas diversas atividades realizadas; e, reforçando mais uma vez seu compromisso com o Ensino de Qualidade. A Instituição se prepara agora para os próximos eventos; os quais, certamente, em muito enriquecerão o aprendizado dos Estudantes.

Festas juninas requerem cuidados com a rede elétrica

Uma das festividades mais populares do Brasil, os “arraiás juninos” tradicionalmente são os que mais deixam as ruas ornamentadas. E como muitas pessoas já estão se preparando para instalar as tradicionais decorações típicas dessa época, seja nas ruas, escolas ou residências, a Cemig alerta sobre os cuidados a serem tomados na instalação de todos os tipos de enfeites, para se evitar acidentes de natureza elétrica.

Em vias públicas e praças, os enfeites e ornamentos precisam ser instalados longe das redes de energia e jamais podem ser afixados nos postes, pois, além de colocarem em risco os instaladores, dificultam o acesso dos eletricistas para a manutenção do sistema elétrico.

Além dos enfeites aéreos, muitas pessoas fazem fogueiras, típicas dessas festividades, principalmente nas cidades mais frias onde a pratica é utilizada não só para embelezar a festa mas como forma de aquecer a quem estiver próximo. Demetrio Aguiar, engenheiro de Segurança do Trabalho da Cemig, alerta sobre os riscos que essa prática pode causar à rede elétrica. “Fogo não combina com eletricidade e nem com mato seco. Portanto, recomenda-se que as fogueiras não fiquem embaixo de redes elétricas ou linhas de transmissão e também fiquem longe da vegetação”, orienta.

Ainda segundo o engenheiro da Cemig, os fogos de artifício são potencialmente perigosos se forem projetados contra as redes elétricas. “O ideal é soltá-los em locais descampados, e devem sempre ser manuseados por um adulto”, alerta.

Além disso, Demetrio Aguiar lembra que os famosos balões, apesar de não serem típicos em Minas Gerais, são potencialmente causadores de acidentes com a rede elétrica, podendo causar falta de energia e colocando e risco edificações, florestas, distribuidoras de combustíveis e fábricas.

Ainda segundo o engenheiro, é importante ressaltar que todos os enfeites devem ser bem afixados de forma que, em caso de tempestade ou ventania, não venham a cair sobre os fios da rede elétrica.

Outra recomendação importante: as linhas de sustentação das bandeirinhas devem ser feitos de barbante ou linha de pesca, mas nunca de arame ou fio metálico.

Ligações provisórias

Festas em praça pública necessitam de energia elétrica para alimentar barracas e sistemas de iluminação e som. Assim, para que se possa utilizar energia elétrica durante a festa, deve-se solicitar com antecedência mínima de 48 horas uma ligação provisória junto a Cemig.  Não é permitido fazer ligações clandestinas (gatos), que além de ser crime, podem causar acidentes graves.

As barracas devem ter suas instalações elétricas protegidas por um disjuntor e o serviço deve ser sempre feito por um eletricista profissional. A fiação deve ser disposta de forma que fiquem protegidas para não haver o risco de energização acidental da estrutura das barracas, o que ocasionaria risco iminente às pessoas, podendo resultar em acidentes graves e até fatalidades.

Vale lembrar que se o disjuntor desarmar, três coisas podem estar acontecendo:

·         o disjuntor está com defeito;

·         a instalação está com defeito;

·         a soma das cargas excede o valor máximo de corrente para a fiação e para o disjuntor.

Acidentes

A Cemig orienta que, em caso de ocorrência com a rede elétrica externa, basta ligar imediatamente para a central de atendimento ao cliente Fale com a Cemig – 116.

Recomendações em geral:

·      Para a instalação das bandeirinhas em ruas e praças respeite a distância mínima de 1,5 metro em relação à rede elétrica. O ideal é manter uma distância bem maior.

·       Não instale as bandeirinhas e demais enfeites utilizando os postes e pontaletes de padrão da Cemig como forma de fixação dos mesmos.

·        Não utilize arame ou fio metálico para afixar bandeirinhas e demais enfeites.

·        Todos os enfeites devem ser bem afixados, para que o vento não os projete contra a fiação da rede elétrica, provocando acidentes graves.

·        Não solte balões. Eles podem provocar incêndios e danos aos equipamentos do sistema elétrico.  Soltar balão é crime.

·        Não solte fogos de artifício próximos das redes elétricas. A prática somente deve ser feita por adultos.

·        Não faça ligações clandestinas (gatos). Se for necessário, solicite junto a Cemig uma ligação provisória.

·       A instalação elétrica das barracas deve ser feita por eletricista profissional, dispostas de forma protegida contra   esforços mecânicos e protegidas por disjuntor termo-magnético.

·      Não se aproxime de fios partidos caídos ao solo ou dependurados nos postes de energia. Impeça que outras pessoas se aproximem e avise imediatamente a Cemig através do Fale com a Cemig – 116.

Aneel define nova tarifa da Cemig

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou, em reunião pública da diretoria realizada nesta terça-feira (22/5), as novas tarifas da Cemig durante o ciclo da 4ª Revisão Tarifária da empresa. O índice determinado para os consumidores residenciais da empresa é de 18,53% e passará a vigorar a partir da próxima segunda-feira (28/5). No ano passado, as tarifas da Cemig tiveram uma redução média de 10,66%, conforme definido pela Aneel na ocasião.

O índice médio do reajuste para os consumidores definido pela Aneel foi de 23,19%. Já os clientes atendidos em alta tensão (clientes industriais e comerciais de médio e grande porte) terão as contas reajustadas em 35,56%. Em 2017, esses clientes tiveram uma redução média da tarifa de 21,04%.

O gerente de Tarifas da Cemig, Giordano de Pinho Matos, afirma que mais de 80% do reajuste definido pela Aneel se refere a itens que não estão sob a gestão da companhia.  O estado crítico dos reservatórios brasileiros influenciou o preço do custo da energia e refletiu na decisão da Aneel para a tarifa da empresa.

“A maior parte do índice se refere ao alto custo de compra da energia em função do baixo nível dos reservatórios brasileiros nos últimos anos, especialmente no segundo semestre de 2017. Além disso, o acionamento das usinas térmicas contribuiu para elevar ainda mais o custo de geração no país. As usinas térmicas utilizam combustíveis fósseis, o que torna a geração de energia mais cara. O mecanismo das bandeiras tarifárias, que tem o objetivo de cobrir parte desses custos, não foi suficiente e a companhia teve uma despesa adicional superior a R$1 bilhão para garantir o fornecimento de energia dos consumidores mineiros”, explicou.

Giordano de Pinho Matos também destaca outros fatores que impactaram a decisão da Aneel no reajuste das tarifas dos mineiros. “Além do custo da energia do país que foi muito elevado, há o custo de transporte e os encargossetoriais que interferem na tarifa. Do valor total do reajuste médio (23,19%) definido pela Aneel, apenas 4,30% ficam com a Cemig Distribuição ”, afirma.

Tarifa residencial acompanhou a inflação nos últimos cinco anos:

Redução de custos

Nos últimos três anos, a Cemig teve o maior corte de custos de sua história. Neste período, houve uma redução de 25% na folha de pagamento com empregados e 13% de queda dos custos operacionais. Neste ano, houve um corte de 28% nos gastos com o Conselho de Administração da companhia.

Maior investimento da história na rede de distribuição

No último ciclo de Revisão Tarifária, a Cemig investiu cerca de R$ 5 bilhões para melhoria da qualidade do serviço de energia ofertado a 8,3 milhões de consumidores mineiros. Esse valor foi o maior investimento da história feito pela empresa na rede de distribuição. Somente no ano passado, foi investido R$1 bilhão na melhoria do sistema elétrico.

De 2015 a 2018, a Cemig construiu cerca de 15 mil km de rede em áreas rurais do estado e mais de 3,6 mil km em áreas urbanas, o que representa um investimento de, aproximadamente, R$970 milhões.

Além disso, no mesmo período, a Cemig investiu cerca de R$ 130 milhões na instalação de mais de 5.700 religadores em sua rede de distribuição. Também foram investidos mais de R$ 160 milhões na construção e ampliação de 104 subestações em todo o estado.

Em relação à Eletrificação Rural, a Cemig destinou cerca de R$ 800 milhões, beneficiando mais de 50 mil famílias que viviam sem energia elétrica em Minas Gerais.

Cemig alerta para cuidados com a rede elétrica na agricultura

Para evitar que ocorra acidentes envolvendo a rede elétrica durante o plantio e colheita de grãos e outras lavouras, a Cemig alerta para os cuidados que devem ser observados em áreas de cultivo.

Acidentes com a rede elétrica em áreas rurais acontecem principalmente onde ocorre o uso de máquinas agrícolas, como colheitadeiras de café e outros grãos, que chegam a atingir vários metros de altura, e podem tocar os fios da rede elétrica. Caçambas e escavadeiras de médio e grande porte também podem alcançar os fios ou provocar o desmoronamento do terreno e a queda de estruturas se a escavação for feita muito próxima destas.

De acordo com  o engenheiro de Segurança do Trabalho Demetrio Aguiar, da Cemig, é imprescindível que o trabalhador mantenha sua atenção aos riscos do ambiente antes de iniciar qualquer atividade no campo. Por exemplo, colheitadeiras e outras máquinas de grande porte jamais devem ficar sob os fios da rede elétrica. As barras do pulverizador devem ser abaixadas ao passar debaixo dos fios da rede elétrica.

Ao carregar ou descarregar os graneleiros, as pessoas devem prestar atenção à localização da fiação da rede elétrica e não deixar que nada se aproxime ou encoste nos fios. “Nunca utilize varas de bambu ou madeira para levantar cabos para a passagem de veículos e equipamentos. Aproximar ou tocar nos cabos pode causar sérios acidentes para as pessoas que estão próximas do local” – alerta.

Outra recomendação é evitar  transitar com o trator e outros veículos próximo dos cabos de aço que sustentam os postes, chamados de “estais”. Quando estes cabos arrebentam, o poste pode ceder, deixando os fios elétricos abaixo da altura regular. Quando o estai é removido propositalmente, ainda existe o risco de o fio tocar na parte energizada no alto do poste, provocando um choque elétrico.

“É importante seccionar e aterrar as cercas em toda a sua extensão. As cercas eletrificadas devem ser  sinalizadas a cada cem metros de distância”, complementa.

Quando for necessário transportar as máquinas sobre caminhões apropriados, deve-se observar a altura de todo o conjunto de forma que as máquinas sobre o caminhão não atinjam a fiação que atravessa sobre vias públicas e rurais. “Mesmo as redes telefônicas e de dados que são bem mais baixas que as redes elétricas mas que estão nos mesmos postes podem oferecer perigo, pois se a máquina colidir com esses fios, pode ocorrer a quebra do poste, que poderá cair sobre o caminhão e sobre as pessoas, colocando em risco todos que estiverem próximos ao local. Caso isso ocorra, os ocupantes do veículo (caminhão) deverão permanecer dentro da cabine até a chegada da Cemig. Somente em caso de incêndio, deve-se abandonar o veículo, saltando da cabine o mais longe possível com os pés juntos e evitando se aproximar de fios partidos” – orienta.

Se durante alguma manobra observar cabos ou condutores de energia rompidos, caídos ao solo, ligue imediatamente para o Fale com a Cemig – telefone 116.