Programa dos empregados da Cemig já destinou mais de R$ 20 milhões para instituições beneficentes de MG

esporteDoações dos empregados da Cemig contribuem anualmente para instituições beneficentes de apoio a crianças e adolescentes. O Programa AI6% – Formando Cidadãos da Cemig, que existe há 17 anos, destinou mais de R$ 20 milhões para instituições de mais de cem municípios de Minas Gerais e, este ano, já foram arrecadados mais de R$ 1 milhão, segundo Washington Luiz Barbosa, coordenador do programa.

Conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990), é permitida a dedução de até 6% do valor do imposto de renda devido de pessoas físicas e 1% das pessoas jurídicas, para doações feitas em favor dos Fundos da Criança e do Adolescente. Desde que a doação esteja dentro dos limites estabelecidos, o valor destinado para as entidades é restituído de forma integral ao contribuinte, reduzindo o imposto de renda a pagar ou aumentando o imposto a receber.

De acordo com Washington, o programa AI6% incentiva os empregados da Cemig a fazerem as destinações desses percentuais para instituições beneficentes, que são apadrinhadas, isto é, sugeridas e acompanhadas pelos próprios empregados. Para sua operacionalização, a Cemig firma uma parceria com os Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente, para que repassem os recursos arrecadados às instituições, respeitando a legislação vigente.

O Centro de Formação São José, de Carmo do Rio Claro, no território Sudoeste, que trabalha com atividades e projetos pedagógicos, culturais, esportivos e artesanais, é uma das entidades beneficiadas pelo Programa AI6%. “Somos muito gratos a Cemig e a todos os funcionários por tantos benefícios e tanta generosidade, doando-nos aquilo que está ao seu alcance”, agradece a irmã Maria da Conceição, presidente da instituição.

Apoio aos voluntários

Além de ajudar as instituições que trabalham com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, o programa apoia e valoriza as ações dos empregados voluntários da Cemig que amparam essas instituições, pois, para participar do programa, é necessário que um funcionário seja o padrinho, voluntário que faz o intermédio entre as instituições apadrinhadas e a gestão do programa. Além disso, no período da campanha de arrecadação, o padrinho também é responsável pela divulgação e captação de doadores para a sua instituição.

Adalton Borges, programador de suporte de informática da Cemig em Varginha, é doador do Programa AI6% há mais de dez anos. Além de contribuir, atualmente é padrinho de duas instituições em Paraguaçu, no território Sul. “Sempre participo das atividades e mantenho contato com as equipes e diretorias das entidades, compartilhando ideias, procurando em conjunto sempre as condições necessárias para superar as dificuldades que cada uma enfrenta nesta difícil, mas muito gratificante, ação de poder colaborar com a formação de crianças e adolescentes”, afirma. “Ser padrinho é viver uma experiência maravilhosa e de muita responsabilidade”, completa Adalton.

Escolas públicas do Estado irão receber o Programa Energia Inteligente da Cemig

A Cemig, por meio do Programa Energia Inteligente, iniciou mais um projeto de eficiência energética que irá beneficiar diretamente milhares de alunos e professores  da rede pública estadual de ensino, além de criar a oportunidade de reverter investimentos para outras áreas prioritárias das instituições. Trata-se de uma iniciativa  destinada a escolas estaduais de Minas Gerais,  cuja ação consiste na substituição de lâmpadas ineficientes por outras com tecnologia LED. A empresa irá substituir equipamentos em 151 instituições e a energia economizada será da ordem de 2.000 MWh/ano, montante suficiente para atender a mais de 1.400 residências num período de doze meses.

Segundo Neander Geraldo Resende Lima, analista de comercialização da Cemig, a iniciativa pretende disseminar também uma cultura de consumo consciente e sustentável, reduzindo impactos para o meio ambiente e gerando benefícios para toda a sociedade. “A instalação de lâmpadas de tecnologia LED também contribui nesse sentido, visto que posterga a necessidade de investimentos no sistema elétrico, além de disseminar os benefícios da eficiência energética junto aos públicos envolvidos (profissionais da escola, alunos, poder público, comunidade, entre outros), influenciando positivamente na mudança dos hábitos de consumo”, afirma o analista da Cemig.

Outra vantagem, de acordo com Neander Lima,  é a diminuição da necessidade de manutenções e trocas dos equipamentos, o que reduz custos para as escolas e gera menor quantidade de resíduos ao longo do tempo, além  da melhoria da qualidade da iluminação para os alunos, professores e demais frequentadores do espaço. “A troca da iluminação nas instalações das escolas impacta diretamente na qualidade de ensino e nas condições de trabalho e segurança das instituições”, salienta.

Em atendimento à  determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL , o que alinha a Cemig às melhores práticas sustentáveis, a empresa realizará a reciclagem de todos os materiais e equipamentos substituídos, garantindo a correta  destinação dos resíduos gerados na substituição da iluminação das escolas.

Programa Energia Inteligente

Disseminar a cultura do uso consciente e sustentável de energia é uma ação contínua da Cemig. Desde 1998, a empresa já investiu mais de R$ 600 milhões na implantação de projetos de eficiência energética. Os recursos destinados a essas ações se intensificam a cada ano, sendo que, somente em 2017, já foram investidos R$ 63 milhões até novembro. Os benefícios do Programa se estenderam a 565 municípios mineiros.

O Programa Energia Inteligente da Cemig  é regulado pela Aneel e se baseia no incentivo à mudança de hábitos, resultando na redução e eliminação do desperdício como forma de bom uso e preservação dos recursos naturais. Os projetos do programa são voltados para clientes de baixa renda, entidades sem fins lucrativos, prefeituras, hospitais, iniciativa privada e para a área de educação. Entre outras ações, merecem destaque a substituição de chuveiros elétricos por sistemas de aquecimento solar, substituição de lâmpadas ineficientes e autoclaves antigas com alto consumo de energia por mais modernas e mais eficientes.