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Cemig – Única empresa do setor elétrico não europeia no Índice Dow Jones de Sustentabilidad

Pelo 20º ano consecutivo, a Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig foi listada entre as empresas que compõem o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World 2019/2020), divulgado na sexta-feira (13/9), em Nova York. A Cemig permanece como a única empresa do setor elétrico, não europeia, a fazer parte do índice que selecionou apenas 8 empresas do setor no mundo dentre as 77 que foram avaliadas.  Com base na análise de desempenho dos pilares de sustentabilidade, o DJSI lista as empresas que se destacam por suas práticas de gestão social, ambiental e econômica.

Para o diretor presidente da Cemig, Cledorvino Belini, a conquista desse importante índice é um reconhecimento das práticas adotadas pela empresa que contribuem para o crescimento sustentável. “Trabalhamos para aprimorar continuamente nosso desempenho ambiental, social e econômico, provendo soluções inovadoras e utilizando a sustentabilidade como estratégia para nossa tomada de decisão de forma a atender os interesses do mercado, da sociedade e dos stakeholders, o que nos permite fazer parte do DJSI World por 20 anos consecutivos. ”

O DJSI World é composto por ações das maiores empresas do mundo que, em seus diferentes setores econômicos, se destacam pelo seu desempenho em sustentabilidade e a sua adaptação às tendências de mercado, capazes de criar valor para os acionistas no médio e longo prazo. Anualmente, a composição do índice é renovada, tornando-se uma referência mundial para investidores e agências financeira internacionais que se baseiam nesse índice para tomada de decisão em investimentos socialmente responsáveis.  A nova composição do DJSI World reúne 318 empresas de 27 países. O levantamento para seleção das empresas, nesta edição, abrangeu 2.296 empresas de 58 ramos industriais.

As empresas são avaliadas segundo um questionário e, também, por meio das informações públicas disponibilizadas em relatórios anuais financeiros e de sustentabilidade e através de informações disponibilizadas em websites. O critério para seleção é conduzido pela RobecoSAM AG, empresa especializada em gestão de ativos e na oferta de produtos e serviços no campo de investimentos sustentáveis, sendo todo o processo auditado pela Deloitte.

Mais informações sobre o DJSI World podem ser obtidas no endereço www.sustainability-indices.com

Primeira usina hidrelétrica da América Latina completa 130 anos

UHE Marmelos 0091247 1 PBO Complexo Hidrelétrico de Marmelos completou 130 anos nesta quinta-feira (5/9). Fundado em 1889, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, Marmelos é considerado o primeiro grande parque gerador de energia do Brasil e da América do Sul. Hoje, as instalações que foram um marco para o desenvolvimento do setor elétrico nacional abrigam um museu e ainda geram energia com as águas do Rio Paraibuna.

Idealizada pelo industrial Bernardo Mascarenhas – também fundador da Companhia Mineira de Eletricidade –, a Usina de Marmelos tinha o objetivo de fornecer energia à fábrica têxtil do empresário e modernizar as vias públicas de Juiz de Fora, até então iluminadas por lamparinas.

Segundo o gerente de Manutenção de Ativos de Geração Centro Sul da Cemig, William Serrano, após a construção das centrais hidrelétricas Marmelos I, IA e II, a pioneira Marmelos Zero teve suas operações interrompidas em 1896. “Os avanços da engenharia permitiram que novas plantas fossem desenvolvidas, de forma a aproveitar melhor a vazão da Cachoeira dos Marmelos, que inspirou o nome do complexo. Mas isso não tirou o brilho de Marmelos Zero, que contribuiu muito parar alicerçar o polo industrial da Zona da Mata no final do século 19”, argumenta.

A Cemig adquiriu o complexo com as pequenas centrais hidrelétricas em 1980. Três anos mais tarde, após restauração, o prédio da Usina de Marmelos Zero foi tombado pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Juiz de Fora e transformado em espaço cultural.

“O mais interessante é que, apesar de centenárias, as estruturas ainda produzem energia que é disponibilizada no Sistema Interligado Nacional (SIN). Hoje, a Usina Marmelos conta com uma potência instalada de 4,8 MW (megawatts), que seria suficiente para atender ao consumo de aproximadamente 13 mil residências”, ressalta William.

Visita ao passado

Após ser transformado em espaço cultural em meados dos anos 1980 e virar um museu, Marmelos Zero se tornou um destino popular especialmente entre estudantes, pessoas interessadas em engenharia, e turistas que visitam a região.

“O museu abriga um rico acervo com itens que contam a história da energia e da usina. É uma visita ao passado. Todos ficam fascinados durante o passeio. Para nós, da Cemig, é satisfatório proporcionar essa experiência à população. Conhecer o caminho percorrido pela eletricidade, da sua geração nas turbinas até a entrega nas residências, contribui inclusive para o uso mais consciente da energia”, acrescenta o gerente.

Entre 2014 e 2015, o museu passou novamente por uma ampla reforma. O local foi reaberto à visitação em janeiro deste ano.

O museu recebe visitas duas vezes ao mês, mediante agendamento online no Portal Cemig.

Cemig inicia em Araxá projeto de eficiência energética para famílias de baixa renda

Cemig nas ComunidadesCom o objetivo de levar às famílias de baixa renda cadastradas na Tarifa Social de Energia Elétrica – TSEE uma oportunidade de reduzir o desperdício de energia decorrente do uso de equipamentos ineficientes e readequar a parcela do orçamento destinada à conta de luz, a Cemig está substituindo lâmpadas, chuveiros e geladeiras de alto consumo por outros mais econômicos e modernos, além da possibilidade de instalação de Sistema de Aquecimento Solar – SAS. A iniciativa, que chega agora a Araxá, integra as ações do Programa de Eficiência Energética da companhia e, nesta nova etapa, a estimativa é que 1.734 potenciais famílias da cidade sejam alcançadas.

Segundo o engenheiro de eficiência energética da Cemig, Francisco de Assis, a iniciativa traz diversos benefícios, dentre os quais o de aproximar o cliente e permitir a orientação sobre hábitos que possibilitam a economia de energia. “Utilizar os aparelhos eletrodomésticos de forma correta ainda gera muitas dúvidas, e atitudes simples e diárias podem trazer diferenças significativas na conta de luz ao final do mês”, afirma.

Ainda durante as visitas de eficiência energética, a Cemig realiza a substituição de cinco lâmpadas ineficientes por outras de tecnologia LED, que, além de mais econômicas, apresentam maior durabilidade. Além das lâmpadas, as famílias também podem ter a geladeira substituída. Para esse processo, a companhia realiza um levantamento segundo critérios de consumo, ano de fabricação e das condições de conservação em que o equipamento é encontrado. Vale ressaltar, ainda, que os equipamentos ineficientes são recolhidos e destinados à reciclagem de acordo com as normas ambientais vigentes.

Nessa etapa da iniciativa, que já beneficia 70 mil famílias da Região Metropolitana de Belo Horizonte, serão atendidos, aproximadamente, 30 municípios localizados nas regiões Norte, Sul e do Triângulo Mineiro, com potencial de alcançar 40 mil famílias.  Para esse atendimento, que também prevê a instalação de sistemas de aquecimento solar e chuveiros, a Cemig prevê, até 2021, investimentos de R$ 20 milhões.

Programa de Eficiência Energética e comunidades

As iniciativas do Programa de Eficiência Energética da Cemig em comunidades tem um largo histórico de investimentos, sendo destinados, desde 2008, mais de R$ 244 milhões, que beneficiaram clientes de baixa renda de 545 municípios mineiros. Em 2018, a Cemig iniciou, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um projeto de mesmo cunho, que, até o final deste ano, deve beneficiar 70 mil famílias.

O Programa de Eficiência Energética da Cemig é regulado pela Aneel e tem como objetivo aplicar, conforme legislação, o percentual estabelecido da receita operacional da companhia em ações que promovem o uso racional da energia elétrica e a redução do desperdício desse recurso com foco na sustentabilidade.

Cemig inspeciona linhas de distribuição no Triângulo e Alto Paranaíba

inspecoes aereasA Cemig realiza inspeções aéreas preventivas nas principais linhas de distribuição de energia que atendem os clientes do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, com o objetivo de garantir a qualidade e a continuidade do abastecimento de energia elétrica aos clientes da região, reduzindo ocorrências no sistema. A operação tem início em  Patos de Minas nesta terça-feira (3/9) e prossegue até a próxima quinta-feira.

Nesta etapa a Cemig vai inspecionar cerca de dois mil quilômetros de linhas de distribuição, que operam na faixa de tensão entre 34,5 a 138 kV e envolvem as usinas de  Emborcação, Miranda, Nova Ponte e Jaguara. De acordo com o engenheiro da Cemig, José Valteir de Araújo, essas linhas são responsáveis pelo transporte da energia elétrica em alta tensão e interligam as usinas a subestações geralmente localizadas próximas aos centros consumidores.

A operação envolve, ainda, as linhas que atendem às subestações da Cemig localizadas nos municípios de Patos de Minas, Araxá, Campos Altos, Patrocínio, Coromandel, Monte Carmelo, Carmo do Paranaíba, Vazante, São Gotardo, Iraí de Minas, Rio Paranaíba, Sacramento e Varjão de Minas. Além disso, as inspeções acontecem em linhas de distribuição que atendem clientes industriais de grande porte na região.

De acordo com José Valteir, as inspeções são feitas com a utilização de um helicóptero que percorre toda extensão das linhas de distribuição, desde as usinas até as subestações, utilizando o Gimbal, equipamento de última geração que fornece imagens termográficas em tempo real. “Os dados captados permitem visualizar as condições das linhas de distribuição e detectar possíveis pontos frágeis que, em seguida, recebem manutenções preventivas necessárias visando reduzir o risco de interrupções acidentais no fornecimento de energia”, explica o engenheiro.