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Notícias – Araxá

Estudantes do UNIARAXÁ retornam do Projeto Rondon com grandes experiências

rondonistasA Equipe de Rondonistas do UNIARAXÁ retornou a Araxá com diversas experiências e histórias para compartilhar. A Equipe, composta por oito Estudantes e duas Professoras, participou, durante quinze dias, da Operação Palmares, no município de Chã Preta (AL). “A cidade foi, extremamente, receptiva. A Prefeita e o Vice-prefeito estiveram presentes, durante todo o processo de trabalho”, conta a Professora Rondonista do UNIARAXÁ, Sharon Sampaio.

A proposta de trabalho contemplou os eixos Ensino, Pesquisa e Extensão, com atividades nas áreas de Cultura, Educação, Saúde, Direitos Humanos e Justiça. O intuito foi capacitar e formar agentes multidisciplinares, nas diversas áreas do conhecimento; conforme necessidades, diagnosticadas na região. Para a Professora Sharon, foi um momento de oportunidades. “O Projeto Rondon nos proporcionou excelentes oportunidades de realizar Ensino, Pesquisa e Extensão; e, de atuar, com responsabilidade social, diante de tanta desigualdade no acesso aos bens e serviços públicos”, ressalta.

A Equipe esteve composta pelos Estudantes Gabriela Letícia Carneiro (Direito); Paula Rodrigues Campos (Enfermagem); Paula Nascimento da Silva (Enfermagem); Matheus Aparecido Gomes da Silva (Enfermagem); Mayara Marley Costa Pereira (Educação Física); Rubia da Silva Pereira (Pedagogia); Geovana Lopes Bernardes (Pedagogia); e, Walmer da Silva Martins (Fisioterapia). Os Estudantes contaram, ainda, com o apoio das Professoras Sharom Sampaio e Maristela Dutra.

Ao todo, foram realizadas 20 Oficinas, abrangendo toda a Comunidade; inclusive a Comunidade Rural. A Equipe do UNIARAXÁ foi responsável pelas ações nas áreas de Cultura, Direitos Humanos, Justiça e Saúde; atividades que atenderam a um total de 1.019 pessoas. Somando-se às atividades desenvolvidas por outra Instituição de Ensino participante, as ações atingiram, aproximadamente, 1.800 pessoas; somente na Operação Palmares. Um verdadeiro sucesso.

Os Estudantes de Araxá desenvolveram as seguintes ações: “Palestra sobre Motivação para a Prática da Leitura”; “Palestra – Conhecendo os Direitos Humanos”; “Debate sobre o Papel do Agente Comunitário de Saúde na Saúde da Família”; “Cine Rondon”; “Ergonomia – Exercitando com Qualidade”; “Oficina de Abordagem sobre o Uso de álcool e de Drogas”; “Mutirão de Saúde da Criança”; “Capacitação de Agentes da Cultura e das Tradições Locais”; “Oficina – Mulheres Lidando com a Sexualidade”; “Orientações Jurídicas”; “Sexualidade e Saúde Reprodutiva para Adolescentes e Jovens”; “Técnicas Inovadoras de

Alfabetização”; “Capacitação de Agentes Comunitários sobre a Amamentação”; “Saúde na Praça”; “Fórum de Discussão: Violência Familiar”.

Um dos objetivos do Projeto é contribuir para o desenvolvimento e o fortalecimento da Cidadania dos Estudantes Universitários; além do Desenvolvimento Sustentável, Bem-Estar e Qualidade de Vida das Comunidades carentes. Para isso, os Estudantes utilizaram todos os conhecimentos, construídos durante a Graduação, no intuito de alcançar os objetivos, traçados para o Projeto Rondon.

Em Araxá, a Equipe se reuniu com o Reitor do UNIARAXÁ, Professor José Oscar de Melo, o Pró-reitor de Ensino, Pesquisa e Extensão, Professor Fabrício Borges Oliveira e a Coordenadora de Extensão, Zulma Luciana de Oliveira, para compartilhar histórias e experiências vivenciadas no Projeto. Foi um momento de empolgação e emoção pelo trabalho realizado em Alagoas. Na oportunidade, também, foram conferidos aos Rondonistas os certificados de participação. Ao Reitor e ao Pró-reitor, foram conferidos o troféu, a camisa e o chapéu do Projeto Rondon; marcando, assim, mais uma participação da Instituição no maior Projeto de Extensão do país.

A Professora Sharon ressalta, ainda, que a Equipe, também, aprendeu muito com a Comunidade Local. “Agradeço ao UNIARAXÁ pela oportunidade de conhecer outra realidade social. Agradeço à minha família pela compreensão no período de dedicação ao Projeto. Enfim, agradeço a Deus pelo sucesso nessa empreitada. O UNIARAXÁ é uma Instituição preocupada com a formação de seus Estudantes; e, oportunizar essa experiência transformadora, na vida dos Acadêmicos não tem preço! Seremos, também, multiplicadores de tudo o que aprendemos lá”, destaca

Pesquisa de Aluno do UNIARAXÁ é destaque em eventos nacionai

Prof. Ricardo e Aluno Rafael no VI Simposio de Engenharia de ProducaoO UNIARAXÁ marcará presença no 38º Encontro Nacional de Engenharia de Produção que acontecerá em Maceió (AL), entre os próximos dias 16 e 19 de outubro. O trabalho de autoria do Aluno Egresso do Curso de Engenharia de Produção do UNIARAXÁ, Rafael dos Santos Guimarães, intitulado “Processo Produtivo de Batata Pré-Frita na Empresa Bem Brasil” foi aprovado e representará o Centro Universitário de Araxá, no evento de âmbito nacional.

O Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) acontece, anualmente, desde 1981. A partir de 1986, passou a ser organizado pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO); Entidade que agrega profissionais, pesquisadores, estudantes e professores interessados no desenvolvimento da Engenharia de Produção no país. Todos estarão reunidos para debater o tema “A Engenharia de Produção e suas contribuições para o desenvolvimento do Brasil”. No evento, os participantes divulgarão técnicas e refletirão sobre questões pertinentes à área de conhecimento. Oportunidade, também, de promover a integração e o intercâmbio do conhecimento acadêmico com o setor produtivo.

O Aluno Rafael Guimarães, acompanhado pelo Professor do UNIARAXÁ, Ricardo Moreira, apresentará o trabalho desenvolvido a partir de seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). “Kaizen no Processo Produtivo de Batata Pré-Frita na Empresa Bem Brasil Alimentos LTDA” foi um trabalho desenvolvido no intuito de analisar o quanto se perde de material produtivo, no descascamento da batata. Ele foi desenvolvido dentro da empresa Bem Brasil – que possui sede em Araxá (MG) – em um período de seis meses, sob a orientação do Professor Ricardo.

O trabalho já foi destaque em outro evento importante da área. Entre os últimos dias 23 e 25 de maio, o trabalho em referência foi apresentado no VI Simpósio de Engenharia de Produção, realizado em Salvador (BA). O evento abordou o tema “A influência da Indústria 4.0, nos atuais sistemas de produção e seus impactos na Economia e na Sociedade”. A apresentação foi um grande sucesso.

Rafael Guimarães e o Professor Ricardo Moreira se preparam agora para levar o trabalho para além das fronteiras brasileiras. Recentemente, foi aprovada a participação do trabalho no VI Congresso Internacional sobre a América Latina e Caribe, cujo tema será “América Latina e os novos desafios no âmbito regional e mundial”. O Congresso terá como sede a cidade de Buenos Aires, capital da vizinha Argentina, no próximo mês de outubro.

Participações em eventos como esses são o exemplo prático de como a Pesquisa é importante no processo de construção de conhecimentos dos

Estudantes. O UNIARAXÁ incentiva seus Acadêmicos a ultrapassarem os portões da Instituição, com seus trabalhos e projetos, pois acredita que se trata de uma ótima estratégia para que os futuros profissionais se engajem e se familiarizem com o mercado de trabalho que os aguarda.

Queimadas prejudicam 750 mil consumidores da Cemig em 2017

Balanço realizado pela Cemig aponta que aproximadamente 750 mil clientes ficaram sem energia elétrica em 2017 após incêndios atingiram a rede elétrica. No período, foram registradas 794 interrupções na área de concessão da empresa, a maioria nas regiões Metropolitana, Leste e Sul.

Na região Triângulo, foram 111 interrupções causadas por queimadas, deixando 118.667 mil pessoas sem o fornecimento de energia elétrica. Em 2018, de janeiro a maio, foram 08 ocorrências e 92 clientes afetados.

Para minimizar os danos provocados pelas queimadas e antecipando-se ao período seco, a Cemig realiza anualmente ações preventivas, investindo em limpeza de faixas de servidão, com a poda de árvores e arbustos, remoção da vegetação ao redor das torres e aplicação de pintura antichamas nos postes de madeira em locais de risco.

Porém, de acordo com o engenheiro eletricista Demetrio Aguiar, da Cemig, essas ações não são suficientes, já que a maioria dos incêndios são decorrentes de práticas humanas impróprias ou imprudentes.

“A principal causa de incêndios florestais em Minas Gerais são as queimadas preparatórias de pastos e de terrenos para plantio, que acabam fugindo do controle dos agricultores e se espalham rapidamente, especialmente em períodos de altas temperaturas e baixa umidade do ar. Além disso, a queima de lixo e o descarte de cigarros acesos na beira das estradas também geram muitos incêndios em nosso estado”, explica o especialista.

Ainda de acordo com Demetrio Aguiar, ao atingir redes de distribuição, os incêndios podem provocar danos aos postes e consequente destruição dessas estruturas e de cabos condutores. Nessas situações, é necessário substituir os equipamentos, atividade que demanda tempo e gera demora para religar os circuitos atingidos. “Há também o risco de curtos-circuitos em linhas de transmissão e de distribuição de energia elétrica, causados pelo aquecimento das proximidades dos cabos condutores”, ressalta o engenheiro.

Não apenas danos ao setor elétrico, as queimadas prejudicam também a segurança de motoristas, que têm a visibilidade das pistas prejudicada devido à fumaça. Já na lavoura, os produtores rurais observam a redução da produtividade nas áreas de cultivo atingidas pelo fogo. Entre os diversos problemas ambientais, vale destacar o impacto das queimadas na fauna, já que os incêndios florestais destroem o habitat e, muitas vezes, matam os animais impossibilitados de fuga.

Queimada autorizada

Demetrio Aguiar destaca que, para fazer queimadas, é necessária a autorização do  Instituto Estadual de Floresta (IEF) (0800 283 2323), Ibama ou órgãos competentes. Se autorizada, a prática deve ser feita de forma controlada, com a construção de aceiros e barreiras que impeçam a propagação das chamas. O aceiro pode ser feito por meio de valas ou da limpeza do terreno, de modo a obstruir a passagem do fogo.

Dicas importantes

Além disso, Demetrio Aguiar ressalta que as pessoas devem evitar jogar pontas de cigarro no chão, especialmente perto de qualquer tipo de vegetação e,  apagar com água o resto do fogo em acampamentos, para evitar que o vento leve as brasas para a mata.

Também não se deve realizar queimadas a menos de 15 metros de rodovias, ferrovias e do limite das faixas de segurança das linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica.

A Cemig lembra que é proibido o uso de fogo em áreas de reservas ecológicas, preservação permanente e parques florestais. De acordo com a legislação, o indivíduo que cometer o crime ambiental terá que responder a processo, com possibilidade de prisão, e deverá pagar multa pelo dano ambiental causado.

Em caso de incêndios, o Corpo de Bombeiros (193) ou as Brigadas Voluntárias de Combate a Incêndios Florestais devem ser avisados o mais depressa possível.

Queimadas prejudicam 750 mil consumidores da Cemig em 2017

Balanço realizado pela Cemig aponta que aproximadamente 750 mil clientes ficaram sem energia elétrica em 2017 após incêndios atingiram a rede elétrica. No período, foram registradas 794 interrupções na área de concessão da empresa, a maioria nas regiões Metropolitana, Leste e Sul.

Na região Norte, foram 111 interrupções causadas por queimadas, deixando 118.667 mil pessoas sem o fornecimento de energia elétrica. Em 2018, de janeiro a maio, foram 08 ocorrências e 92 clientes afetados.

 Para minimizar os danos provocados pelas queimadas e antecipando-se ao período seco, a Cemig realiza anualmente ações preventivas, investindo em limpeza de faixas de servidão, com a poda de árvores e arbustos, remoção da vegetação ao redor das torres e aplicação de pintura antichamas nos postes de madeira em locais de risco.

 Porém, de acordo com o engenheiro eletricista Demetrio Aguiar, da Cemig, essas ações não são suficientes, já que a maioria dos incêndios são decorrentes de práticas humanas impróprias ou imprudentes.

 “A principal causa de incêndios florestais em Minas Gerais são as queimadas preparatórias de pastos e de terrenos para plantio, que acabam fugindo do controle dos agricultores e se espalham rapidamente, especialmente em períodos de altas temperaturas e baixa umidade do ar. Além disso, a queima de lixo e o descarte de cigarros acesos na beira das estradas também geram muitos incêndios em nosso estado”, explica o especialista.

 Ainda de acordo com Demetrio Aguiar, ao atingir redes de distribuição, os incêndios podem provocar danos aos postes e consequente destruição dessas estruturas e de cabos condutores. Nessas situações, é necessário substituir os equipamentos, atividade que demanda tempo e gera demora para religar os circuitos atingidos. “Há também o risco de curtos-circuitos em linhas de transmissão e de distribuição de energia elétrica, causados pelo aquecimento das proximidades dos cabos condutores”, ressalta o engenheiro.

 Não apenas danos ao setor elétrico, as queimadas prejudicam também a segurança de motoristas, que têm a visibilidade das pistas prejudicada devido à fumaça. Já na lavoura, os produtores rurais observam a redução da produtividade nas áreas de cultivo atingidas pelo fogo. Entre os diversos problemas ambientais, vale destacar o impacto das queimadas na fauna, já que os incêndios florestais destroem o habitat e, muitas vezes, matam os animais impossibilitados de fuga.

 Queimada autorizada

Demetrio Aguiar destaca que, para fazer queimadas, é necessária a autorização do  Instituto Estadual de Floresta (IEF) (0800 283 2323), Ibama ou órgãos competentes. Se autorizada, a prática deve ser feita de forma controlada, com a construção de aceiros e barreiras que impeçam a propagação das chamas. O aceiro pode ser feito por meio de valas ou da limpeza do terreno, de modo a obstruir a passagem do fogo.

 Dicas importantes

Além disso, Demetrio Aguiar ressalta que as pessoas devem evitar jogar pontas de cigarro no chão, especialmente perto de qualquer tipo de vegetação e,  apagar com água o resto do fogo em acampamentos, para evitar que o vento leve as brasas para a mata.

 Também não se deve realizar queimadas a menos de 15 metros de rodovias, ferrovias e do limite das faixas de segurança das linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica.

 A Cemig lembra que é proibido o uso de fogo em áreas de reservas ecológicas, preservação permanente e parques florestais. De acordo com a legislação, o indivíduo que cometer o crime ambiental terá que responder a processo, com possibilidade de prisão, e deverá pagar multa pelo dano ambiental causado.

 Em caso de incêndios, o Corpo de Bombeiros (193) ou as Brigadas Voluntárias de Combate a Incêndios Florestais devem ser avisados o mais depressa possível.